publicado em 6 de Janeiro de 2017
  Ideário (Grupo Pano de Roda)

 

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Arte, educação, justiça social, desenvolvimento da cultura regional e muito mais. Embora a valorização desses itens seja quase impossível em um momento cuja área passa por uma profunda e triste transformação, sobretudo após a chegada de Marcelo Calero ao MinC (quem responde pela pasta atualmente é Roberto Freire – após a crise institucional que se abateu sobre a gestão Temer), é bem verdade que há grupos agindo com resistência.

Atuar para resistir é uma das características do Pano de Roda (antigo Teatro Terceira Margem), que com muita força leva diversão, conhecimento e cidadania a vários lugares.

 

A história do Pano de Roda começa oficialmente em 2003, quando pessoas com um objetivo em comum se reuniram em torno da arte. A partir de então, o grupo passou a fazer trabalhos em Belo Horizonte, em cidades do interior e, eventualmente, em outros estados e até no exterior.

Metodologia

A associação adota uma metodologia muito interessante. Ela consiste em estabelecer tanto a criação e a gestão de forma colaborativa. Mas não para por aí. A linha de trabalhos e pesquisas do Pano de Roda também dialoga com artistas, grupos cênicos; setores públicos e privados; além da comunidade e do público espectador.

Apoios

Importante salientar que o Pano de Roda está sempre à procura de novas modalidades para ofícios artísticos e que não dependam necessariamente dos circuitos culturais. Uma forma de valorizar outros coletivos que estão à margem, mas que de qualquer forma não se desanimam em levar a cultura e a cidadania a quem precisa.

No entanto, como os apoios são indispensáveis, o Pano de Roda consegue realizar seus projetos e ações com base na Lei Municipal da PBH, além das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura.

Projetos do Pano de Roda

Valorizando todas as vertentes da cultura educativa e cidadã por mais de 10 anos, o Pano de Roda elabora projetos que visam ações em rede, processo de criação, espetáculos, performances, encontros reflexivos, experimentações cênicas e muito mais.

Vale ressaltar que todo esse trabalho é feito calcado em princípios de colaboração artística, justiça social e dedicação cultural. Veja abaixo alguns dos vários projetos do grupo, desenvolvidos no segundo semestre de 2016:

– Fanfalhaça de Circo em Circo:

Projeto que reuniu circos tradicionais de pequeno e médio porte e que são atuantes em todo o estado de Minas Gerais, com apresentações que empolgavam crianças e adultos. O coletivo saía sempre em cortejo pelas ruas das cidades por que passavam. Alguns desses integrantes do Fanfalhaça foram os circos: Circo Atiares (BH), Circo Castelli (Ibirité), Coliseu Di Roma (Andrelândia) e o Circo Richard (Ribeirão das Neves).

(Circo Richard, de Ribeirão das Neves – Fonte: Ideário)

– Artesania Nômade:

Este projeto ficou sediado em Pompéu e teve o apoio do Agropéu pela Lei Rouanet. Grupos como Off-Sina e Maria Cutia promoveram atrações lúdicas e educativas para crianças e adultos. Destaque também para os circos Aloma e Olímpico, que foram responsáveis pela orientação às divertidas oficinas de artes circenses ministrado para todos os espectadores.

 

Arte educativa sem limites

O grupo Pano de Roda já promoveu mais de 1000 apresentações, 250 oficinas; passou por mais de 60 cidades Brasil afora e 14 localidades pelo mundo.2-apresentacao-no-circo-richard

 

Foto 1:(Grupo Off-Sina se apresentando em Pompéu com o espetáculo ‘E o Palhaço o que é?’ – Fonte: Ideário)

Foto: 2  (Circo Richard, de Ribeirão das Neves – Fonte: Ideário)

 

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