Diovani Mendonça
Leva Poesias nas Escolas

Poesia na Veia Com Diovani Mendonça.

Já imaginou comprar os pães que servem para alimentar você e sua família e ler lindos poemas? O poeta Diovani Mendonça é o responsável por essa grande iniciativa. Amante da leitura, Mendonça nasceu no Dia Nacional da Leitura, 12 de outubro. Coincidência melhor não poderia existir, pois o mineiro não abre mão de produzir o material e de difundir a arte da leitura entre estudantes e a comunidade em geral.

(Fonte: Sociedade dos poetas amigos)

Uma vida marcada pelo brilho das palavras

Embora Diovani Mendonça tenha estudado até a sétima série, sua vida é feita de incentivos ao estudo e à propagação da leitura entre todos. O agitador cultural é autodidata em análise de sistemas, um feito admirável, mas são as palavras que dão um tom especial à sua vida.

Para se ter uma ideia do quão ativo Diovani Mendonça é em sua comunidade e em outras, vale a pena citarmos uma de suas maiores realizações até hoje: “Pão e Poesia, em qualquer esquina, em qualquer padaria” e o “Pão e Poesia na Escola”.

(Fonte: Sociedade dos poetas amigos)

A paixão pela palavra começou bem cedo, quando Mendonça escrevia poemas e letras de música que mexiam com ele durante a adolescência. Mas o poeta não colecionava os escritos em uma gaveta, ele distribuía entre seus amigos para compartilhar o encantamento que sentia ao ter contato com essas belezas.

Pão e poesia: palavras que alimentam

Por meio desse programa, Diovani Mendonça incentivou a publicação de poesias e artes plásticas em saquinhos de pão ecologicamente corretos.

Um belo exemplo que merece destaque é a promoção de uma oficina de sensibilização poética, que atendeu 800 alunos em 20 escolas públicas da região do Barreiro, em Belo Horizonte, entre os anos de 2010 e 2011. O fruto disso foi a publicação de poemas em aproximadamente 250 mil embalagens de pães de padarias da região que estão localizadas as escolas.

Incentivo que gera reconhecimento

Os projetos de Diovani Mendonça ganharam notoriedade pela grandeza que exerceu sobre a sociedade. O “Pão e Poesia, em qualquer esquina, em qualquer padaria” foi reconhecido duas vezes pelo Ministério da Cultura: a primeira vez em 2009, ficando em 1° lugar no Prêmio Pontos de Mídia Livre; já em 2010 foi a vez do Selo Prêmio Cultura Viva.

Alimentando a Alma com Poesia e o corpo com Pão

Pão e Poesia

É importante ressaltar que o projeto de Diovani Mendonça foi responsável pela distribuição gratuita de embalagens de pão com lindos poemas. Estima-se que em três edições realizadas, a quantidade de saquinhos poéticos tenha chegado a 1 milhão de distribuições entre as cidades de Belo Horizonte, Sabará e Franca (SP).

Para conhecer este belo trabalho, veja aqui http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/2014/08/diovani-mendonca-professor-analista-de.html

 

Arte Educador Cadastre Aqui:https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeD6DlV7QKng-g7lnN1YR499Q2NqJAqRzFTu6cSP4ObOYbTLg/viewform?c=0&w=1

 

Pão e Poesia

Com Diovani Mendonça

(Fonte: Sociedade dos poetas amigos)

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Diovani Mendonça | Areté Educar | A virtude de uma educação integral
 
publicado em 7 de Janeiro de 2017
  Diovani Mendonça
Peruaçu, eu Apoio

Cavernas do Peruaçu – Janelão

O Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, ser reconhecido Pela Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO,  como patrimônio cultural e ambiental  da humanidade, é o objetivo da Campanha  “Peruaçu Patrimônio da Humanidade – Eu apoio!”.

No dia 08 de junho de 2017, foi realizada uma audiência pública protagonizada pela Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), por meio do Deputado Estadual Paulo Guedes,  com a presença de lideranças da região e lideranças da área ambiental.  A audiência,  aconteceu no auditório da 17ª superintendência regional de Ensino em Januária.

 

A área do Parque Nacional Cavernas do Peruaçu se espalha por três municípios do extremo Norte de Minas. Januária, Itacarambi e São João das Missões cedem parte do seu território para abrigar os limites do parque, que conta ainda com importante sítio arqueológico parcialmente destruído pela ação humana antes mesmo de ser mapeado em todo o seu acervo.

A expectativa dos organizadores da audiência é de que o selo da Unesco para Peruaçu fortaleça o potencial do turismo ecológico do Norte de Minas. Curiosamente, uma das reclamações das lideranças na região é de que o parque é mais conhecido por pesquisadores, inclusive do exterior, mas ainda não é muito visitado por turistas, embora obras recentes tenham incrementado sua infraestrutura, com trilhas, sinalização e centro de visitantes.

“Este reconhecimento vai projetar a região no cenário turístico mundial, promovendo o desenvolvimento dos municípios em inúmeros aspectos”, diz o deputado Paulo Guedes. O parlamentar é um dos entusiastas campanha, lançada em março último, em prol do reconhecimento da Unesco, com o envolvimento de entidades nacionais e internacionais.

 

O parque

Importante pelo conjunto do seu patrimônio geológico, arqueológico e da biodiversidade, o parque foi criado pela União em 1999, mas somente abriu aos turistas no ano passado, sob supervisão do ICMBio. Mas, nos últimos anos, recebeu expedições de pesquisadores do mundo todo, interessados sobretudo nas 144 cavernas já catalogadas em seus mais de 56 mil hectares.

A maior atração é a Gruta do Janelão, que leva esse nome em virtude do grande buraco no teto do maior de seus salões, a Dolina dos Macacos. No seu interior há ainda a Perna da Bailarina, considerada por especialistas a maior estalactite do mundo, com 28 metros.

Próximo à entrada da Gruta do Janelão está outra grande atração do parque, a Lapa do Boquete, um dos mais de 80 sítios arqueológicos e pinturas rupestres que compõem o acervo dessa unidade de conservação. O nome faz referência a uma das pinturas na rocha, que simbolizam um ato sexual entre os primeiros habitantes das Américas, evidências humanas que remontam a 11 mil anos.

Fonte:

luisclaudioguedes.com.br

 
Pedagogia do Encanto

Contadora de Histórias – Sandra Lane

Uma professora que adora contar histórias e, por meio dessa atividade, mudar a vida de comunidades em Belo Horizonte e região metropolitana. Talvez isso pudesse servir para sintetizar o que Sandra Lane realiza, mas ainda seria muito pouco diante da grande contribuição que ela promove às pessoas.

Especialista em arte-educação da palavra escrita à oral pela PUC – Minas; Sandra Lane também é pesquisadora da Cultura Popular, escritora, presidente da ONG Escultórias, educadora da Rede Municipal de Belo Horizonte, contadora de histórias; além de promover oficinas educativas e lúdicas, consultorias, seminários e palestras em várias escolas e faculdades.

Sandra Lane promove uma verdadeira mudança na vida de crianças e adultos com o lirismo vivo em suas atividades. Da prática que adquiriu em sala de aula, a contadora de história disseminou a fantasia e o aprendizado entre seus alunos. Arte e educação são indissociáveis para a especialista.

Com o passar dos anos, Sandra passou a enveredar por outros caminhos, mas que estavam diretamente ligadas à área de atuação a que ela já estava familiarizada: educação, pessoas e  histórias.

Sandra Lane começou a pesquisar a cultura popular como forma de aproximar cada vez mais sua trajetória como contadora de histórias. A partir desse contato com moradores de comunidades localizadas, principalmente, na região do Barreiro, em Belo Horizonte; a pesquisadora estabeleceu mais uma linda contribuição em sua trajetória.

Como escritora, a professora também procura levar sua experiência em palavra escrita e oral para os impressos e, com isso, impressionar um grande número de leitores. Um destaque que merece ser dado são os livros organizados por ela, junto com Leandro Gabriel, chamados ‘Escultórias’, ‘Escultórias Arigatô’ e ‘Escultórias Touché!’.

Sandra Lane também é diretora artística e tem muita história para contar em cada elaboração de atividades culturais que promoveu e ainda promove em escolas da região metropolitana de Belo Horizonte.

Para conhecer mais sobre essa grande colaboradora das artes e da educação, não deixe de navegar em seu site (http://www.sandralane.com.br/sandralane-diretoraartistica.htm).

Encanto das Histórias

Sandra Lane

 

A Utopia Poética

Estórias encantadas

 

Arte Educador deixe aqui seu contato: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeD6DlV7QKng-g7lnN1YR499Q2NqJAqRzFTu6cSP4ObOYbTLg/viewform?c=0&w=1

 
Leva Poesias nas Escolas

Poesia na Veia Com Diovani Mendonça.

Já imaginou comprar os pães que servem para alimentar você e sua família e ler lindos poemas? O poeta Diovani Mendonça é o responsável por essa grande iniciativa. Amante da leitura, Mendonça nasceu no Dia Nacional da Leitura, 12 de outubro. Coincidência melhor não poderia existir, pois o mineiro não abre mão de produzir o material e de difundir a arte da leitura entre estudantes e a comunidade em geral.

(Fonte: Sociedade dos poetas amigos)

Uma vida marcada pelo brilho das palavras

Embora Diovani Mendonça tenha estudado até a sétima série, sua vida é feita de incentivos ao estudo e à propagação da leitura entre todos. O agitador cultural é autodidata em análise de sistemas, um feito admirável, mas são as palavras que dão um tom especial à sua vida.

Para se ter uma ideia do quão ativo Diovani Mendonça é em sua comunidade e em outras, vale a pena citarmos uma de suas maiores realizações até hoje: “Pão e Poesia, em qualquer esquina, em qualquer padaria” e o “Pão e Poesia na Escola”.

(Fonte: Sociedade dos poetas amigos)

A paixão pela palavra começou bem cedo, quando Mendonça escrevia poemas e letras de música que mexiam com ele durante a adolescência. Mas o poeta não colecionava os escritos em uma gaveta, ele distribuía entre seus amigos para compartilhar o encantamento que sentia ao ter contato com essas belezas.

Pão e poesia: palavras que alimentam

Por meio desse programa, Diovani Mendonça incentivou a publicação de poesias e artes plásticas em saquinhos de pão ecologicamente corretos.

Um belo exemplo que merece destaque é a promoção de uma oficina de sensibilização poética, que atendeu 800 alunos em 20 escolas públicas da região do Barreiro, em Belo Horizonte, entre os anos de 2010 e 2011. O fruto disso foi a publicação de poemas em aproximadamente 250 mil embalagens de pães de padarias da região que estão localizadas as escolas.

Incentivo que gera reconhecimento

Os projetos de Diovani Mendonça ganharam notoriedade pela grandeza que exerceu sobre a sociedade. O “Pão e Poesia, em qualquer esquina, em qualquer padaria” foi reconhecido duas vezes pelo Ministério da Cultura: a primeira vez em 2009, ficando em 1° lugar no Prêmio Pontos de Mídia Livre; já em 2010 foi a vez do Selo Prêmio Cultura Viva.

Alimentando a Alma com Poesia e o corpo com Pão

Pão e Poesia

É importante ressaltar que o projeto de Diovani Mendonça foi responsável pela distribuição gratuita de embalagens de pão com lindos poemas. Estima-se que em três edições realizadas, a quantidade de saquinhos poéticos tenha chegado a 1 milhão de distribuições entre as cidades de Belo Horizonte, Sabará e Franca (SP).

Para conhecer este belo trabalho, veja aqui http://sociedadedospoetasamigos.blogspot.com.br/2014/08/diovani-mendonca-professor-analista-de.html

 

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Pão e Poesia

Com Diovani Mendonça

(Fonte: Sociedade dos poetas amigos)

 
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